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Usuário Desenvolvedor Econômico
OBSERVE como é o “RELATÓRIO DESCRITIVO” de um invento:

A presente patente de invenção tem por objetivo ser um mecanismo técnico originando a “Tecnologia de Valor” em instrumento digital e impresso formatado como Formulários Contínuos, para uso de originais desenvolvedores econômicos – aprimorando-os como protagonistas e acionistas de valor em ciclos sistêmicos e sinérgicos - resultando em eficiente e comprovada dinâmica de capital. (explique de modo técnico, brevemente)
O conjunto inventivo aplica tecnologia à dinâmica de capital, tornando-a: sistemática, organizada, linear, temporal, interativa, cíclica e progressiva para seus usuários desenvolvedores, propiciando a “Tecnologia de Valor” como resultado destas características principais e ao qual foi dada original aplicação. ( detalhe brevemente características inovadoras e como as mesmas interagem)
Já são conhecidos formulários eletrônicos e métodos administrativos para melhoria do fluxo de capital nas empresas, proporcionando análise e gestão do lucro. Em que pese a larga utilização dos métodos capitalistas convencionais aplicados em instituições e empresas prioriza-se que o capital advenha do consumidor para gerar o lucro. Tais métodos não equilibram o consumo, o que torna missões empresariais passíveis de risco pela obsolescência de poder das demandas. Apesar de métodos sistêmicos e sinérgicos terem atual aceitação, há a necessidade de uma nova tecnologia em prol do desenvolvimento popular de ativos, no que esta patente instrumentaliza em analogia aos critérios da lei de ativos intangíveis. ( conte como são os outros inventos e a qualidade do seu )
Oferecendo soluções há quinze anos perante burocratas institucionalizadores de trajetórias governamentais, de exclusão e de inclusão de capital, contextualizo o principal problema do desenvolvimento econômico e social brasileiro: a ausência de tecnologia para aprimorar a Gestão Tecnológica Comercial proporciona o desarranjo organizacional do capital. Prospectei o problema no raio de ação específico do Mercosul e da Amazônia, pesquisando três fluxos de capital existentes no Brasil: (A) o fluxo do Capital Assistencialista - (desfluxo) causado por gestões políticas que organizam eleitores para a improdutividade objetivando a utilização de recursos assistencialistas, processo contínuo de fidelização do voto que propicia comportamento ocioso e enfraquecimento do poder de consumo regional. Na produção, a política assistencialista não observa a necessidade do pequeno e médio produtor para a eficiência do sustento internacional e favorece o coronelismo, que recebe o fluxo regional de negócios para si, por ter capacidade parcial. O governante não é consciente da capacidade regional de capital porque opera com sistemas precários de informação e gestão sobre o desenvolvimento das riquezas mundiais. Devem este fator os profissionais e funcionários públicos que lidam com: (B) fluxo do Capital de Créditos – fabricante de inclusão parcial - estruturados pela Assistência Técnica dos Bancos, com métodos individualistas de capital. A aplicação convencional do capital onera o produtor ao risco individual. Os executivos da área são cientes da necessidade da implantação de uma tecnologia avançada ao capital social e aos ativos intangíveis mas não a concebem, o que impossibilita o capital social organizacional e a comunicação dos produtos há nível global, ocorrendo manipulação e supressão dos negócios: a “inclusão de negócio em excelente fluxo de capital” não é transmitida ao conjunto total social de desenvolvedores econômicos e resulta em desenvolvedores econômicos com poder cívico ameaçado, em condição politicamente e institucionalmente subalterna. Na ausência em participar de forma ativa das oportunidades do Tesouro Nacional e Internacional a sociedade civil necessita ser defendida na soberania da formação de Tesouro Nacional pela sociedade militar devido a (C) o fluxo do Capital Indefeso – observei atitudes terroristas e opressoras infiltradas em (A) e (B) cooptando o produto e o trabalho das obras humanas, prejudicando também a natureza, diminuindo a qualidade da produção. Os desenvolvedores de riquezas não possuem um “engenho eficiente” à “maquinária includente”, não organizadas por (B): é ausente a organização de defesa na produção com a natureza, florestas e águas para impedir catástrofes ambientais no mundo. As obras humanas - encomendadas, planejadas, idealizadas como alimentares, agrícolas, silvícolas, extrativistas, minerais, processadas, transitadas, comunicadas e vendidas - em todas estas etapas sofrem de alienação de má fé na abrangente existência de “feitores modernos” que cercam os territórios em busca de produções extrativistas, industriais e agrícolas onde populações rurais, sem defesa, entregam suas colheitas com atitude e valor inconseqüente. Com capital opressivo o industrial não gesta a atuação de tecnologia na interação com a natureza. Com capital opressivo o agricultor colhe a matéria prima de modo abusivo sem atender a delicada continuidade que a natureza exige. Perseverando recurso assistencialista o político não prenuncia a necessidade de tráfego e trânsito ao meio produtivo rural. A população sofre vulnerabilidade em negociar devido a ausência da estrutura de uma rede de tecnologia comercial o que impede a apreensão correta do fluxo do capital. O cooptador, de má fé, precifica abusivamente o que apreende transitando o negócio sem responsabilidade social e econômica, oprimindo fabricantes, indefesos de suas riquezas elaboradas, e produtores, também indefesos, a acordos ilícitos contra a boa fé do desenvolvimento da vitalidade ecológica e de um planejamento sinérgico de negócios. Uma rede de Vendedores, representantes comerciais e gerentes de compras supermercadistas, empobrecem produtores, fabricantes e consumidores, acordando e aumentando “partes abusivas do valor dos produtos entre si”. Marginalizam o progresso do capital que retiram dos desenvolvedores econômicos de modo opressivo e chega às demandas abusivo. Este fator corrompe toda dinâmica de capital por oprimir ciclos de negócios reprimindo o poder de capital das demandas que não conseguem reinvestir em desenvolvimento. (A), (B) e (C) desenvolvem uma problemática no desarranjo da dinâmica de capital devido ao modo como se inter-relacionam. É uma rede de atitudes subversivas contra o poder desenvolvedor do Tesouro da Nação. Na ausência de Defesa Nacional e “Tecnologia de Valor” no feitio das obras humanas e sua relação com a natureza os “feitores do fluxo de capital” fomentam comunidades vulneráveis, oneram a precificação dos produtos  massivamente segregando a qualidade de vida de milhões de famílias e pessoas – as demandas, os consumidores - segregando o Desenvolvimento Econômico e a Era do Conhecimento. Estão cientes deste desarranjo econômico-mundial sócio-político-cultural mundial as autoridades do Banco do Brasil, pressionados pelos governos internacionais, mas não possuem tecnologia para o capital social ocorrendo resultado parcial ao Tesouro Nacional e Internacional. Concentram o lucro nos juros e não no desenvolvimento das obras humanas. ( existe um longo histórico ? Descreva-o )
Tais fatores são denominados pela Polícia Federal como Crimes de Economia Popular. Desenvolvi a solução após ocorrência com meu projeto, documento apresentado e protocolado sob nº 300970 do livro A- 14 e registrado sob nº 237302 no livro B nº 281 150/154 no dia 11 de agosto de 2008 no 4º ofício de Notas e Títulos de Campo Grande, Mato Grosso do Sul. Inaugurado sob licença do senhor André Messias Ferreira Lima, no Banco do Brasil agência empresarial de Mato Grosso do Sul para a equipe econômica vinculada ao MDA do INCRA, no ano cristão de 2.007, e utilizada por eles em Edital de ATER no ano de 2.008, que comprovo em meu correio eletrônico nas conversações ocorridas, e que fomentei, criei e articulei à pedido dos mesmos e das Campesinas Regionais, em estado de insuficiência financeira devido à opressão. (Compliance: que leis e instituições necessitam do invento ?)
Na ausência de tecnologia para organizar a atuação das bases de mercado, firmando-as e diminuindo os riscos sobre o fluxo das riquezas e seus interesses de desenvolvimento e o desenvolvimento do valor dos conhecimentos inventei uma tecnologia que desenvolva, aprimore e regule à riqueza social e individual como serviço para a dinâmica de capital em âmbito global, e percebo-a como “maquinária” que aprimora o valor benéfico das potências das obras humanas, também sinérgica e sustentável em conformidade com os avanços econômicos vigentes. Na ausência do instrumento para reunir e interagir ofertantes e demandados, produtores e consumidores, progredindo valores criados com corretas dinâmicas de capital é premente a concepção desta presente Tecnologia de Serviços, condizente com a Tecnologia Interativa WEB existente atualmente que possibilite poder cívico ao detentor de capital – o consumidor - responsabilidade à sua atuação comercial, transformando-o em desenvolvedor econômico, o Acionista de Valor. ( Onde, como está o invento ausente ? )
Tendo em vista estes problemas e no propósito de superá-los foi desenvolvida a presente invenção. Instrumento que oferece condição ao poder cívico de usuários desenvolvedores de valores. É uma tecnologia aplicável à Gestão Tecnológica Comercial inovadora a qual consiste em proporcionar mecanismos organizados como serviços técnicos em formulários contínuos: um único instrumento com características principais resultando a solução para a interação da dinâmica de capital e formulação de valores populares com critérios sustentáveis. A Tecnologia de Valor consiste em prover os “protagonistas de bens ativos” com serviço técnico para instrumentalizar a dinâmica comercial de seus ativos, a ser utilizada por usuários desenvolvedores - acionistas técnicos - proporcionando uma dinâmica instrumental de capital denominada “Ciclo Sistêmico de Valor”.  Tal instrumento de Tecnologia Comercial pode ser transferido tecnologicamente para escritórios de administração, economia, publicidade e propaganda, engenharia, auditoria e contabilidade, advogados, despachantes, departamentos de marketing e administração de indústrias e empresas. ( A solução encontrada pode ser utilizada por profissionais ? Lojas ? Ongs ?)
Pertencente ao campo de aplicação da Tecnologia Social, da Bio-economia e da Tecnologia da Informação e da Comunicação, permitindo ser excelente instrumento para a Comissão de Valores Mobiliários, para a economia globalizada, solução para formulação de uma nova economia, pertencente também ao campo da Economia Solidária, atendendo comunidades, profissionais autônomos, industriais, cooperativas, consumidores, comunidades internacionais e governos. A organização do trabalho da nação brasileira mediante esta patente pode impedir a pobreza mundial de nações que guerreiam por oportunidades e lucro. ( Em que campo científico ? biologia? física? sociologia ?)
A Bolsa Orientada ao Mercado Sustentável “constrói função ao Ativo do usuário” o Ativo torna-se “utilitário” para o desenvolvimento da “Tecnologia de Valor” - utilizado como instrumento técnico e jurídico para proporcionar “a sistêmica e progressiva adesão de Acionistas Técnicos”, e “suprimir a atuação consumista”, onde o Acionista Técnico é também “função utilitária” para a adesão aos “Ciclos Sistêmicos de Valor”. Sendo que com tais características a Bolsa “é tecnologia de valor e instrumento jurídico de transferência de conhecimento”, permitindo “impressão exclusiva de dados reais dos Ativos do usuário”, “possuidor de serviços técnicos sistêmicos”, consecutivos, e “em tempo real”, permitindo a compreensão da presente invenção como “um novo tipo de Bolsa”. Por isso, o conjunto inventivo e seus resultados tornam-se extremamente melhores do que as dinâmicas de capital convencionais, devido ao fato de que as partes constituídas do mesmo, ou seja, todo o conjunto especial consecutivo de sete partes, e outras sete funções essenciais e dependentes que resultam na concepção de uma tecnologia para a interação e comunicação da dinâmica de valores, partes interdependentes e interligadas a serem utilizadas em formato digital ou impresso aonde for solicitado. (descrição completa de características) 
Isadora Solon

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O criminoso da Economia, inteligente, apelida seu crime de CRISE de economia. Os crimes de economia atuam de forma invisível retirando o capital de circulação. Oportunidades não ocorrem, pessoas não estudam, pessoas não comem. Uma sociedade sem poder perante seu fluxo de capital empobrece, torna-se uma sociedade marginalizada. Entenda porque o capital individual não tem poder perante a Globalização em sua assincronia e a necessidade de fortalecer o capital social COM TECNOLOGIA LEGALIZANDO o capital de Grupos Econômicos. Conheça os Crimes de Economia Popular e como você pode enriquecer com a Tecnologia de Valor BOMS e construir uma Sociedade Organizada, um mundo mais justo, uma natureza abundante. Focando gestão, este blog é minha iniciativa para reunir informações e ações para um Mundo de Paz. Só teremos paz em nossos lares quando fluirmos oportunidades organizadas para todos. Os conceitos BOMS deTecnologia de Valor são aqui explanados para que todos entendam esta dinâmica de capital e entendam a importância de nos unirmos em nome do capital social para que a Globalização se efetive realmente, com resultados ideais para uma sociedade organizada e progressiva. BOMS é Economia de Paz!